terça-feira, 22 de junho de 2010

PROFISSÃO CULTURA

Li esta matéria no http://www.culturaemercado.com.br/ideias/profissao-cultura/, e achei interessante, principamente os comentários, leiam no endereço acima, segue para todos a matéria.

Profissão Cultura

A atividade cultural é composta por uma diversa e abrangente cadeia produtiva, com funções e especificidades próprias. Cada um desses agentes possui um papel distinto, complementar e fundamental na composição de um setor cultural rico e produtivo, que contribua para o desenvolvimento social e econômico do país.
Na área de produção, a cadeia inclui pesquisadores, artistas, criadores, produtores, administradores e técnicos. Em sua maioria, profissionais liberais, que têm sua própria empresa e que circulam com certa liberdade pelo mercado, mas ao mesmo tempo convivem com a insegurança do trabalho eventual.
Já as organizações culturais, passaram, na última década, por um processo de profissionalização surpreendente. Era raro encontramos centros culturais, fundações, organizações culturais públicas, privadas e do terceiro setor com agentes plenamente capacitados para desenvolver suas funções. Por outro lado, era raro encontrar condições favoráveis para este funcionário. Com regimes de trabalho muito informais e remuneração incompatível para o exercício de suas funções, os bons profissionais preferiam arriscar-se no mercado.
Outro campo em pleno desenvolvimento é o departamento de cultura e patrocínio das empresas investidoras. Impulsionadas pelas oportunidades geradas pelas leis de incentivo à cultura, elas criaram estruturas e contrataram profissionais para gerir políticas de cultura e de comunicação empresarial focadas no investimento cultural.
O próprio Poder Público ampliou as oportunidades de trabalho para a área da cultura. É crescente a demanda por profissionais responsáveis pela formulação e gestão de políticas culturais.
Ainda no meio acadêmico e na imprensa encontramos oportunidade de trabalho para esses profissionais, que podem atuar como críticos, curadores e pesquisadores.
Promover a transformação da sociedade por meio da cultura significa encadear esforços de todos esses agentes de forma a permitir a consolidação de um mercado qualificado, capaz de produzir e consumir cultura.
O desenvolvimento social proporcionado pela ação cultural se dá de forma espiralar, ligando todos os elementos e aumentando a base estrutural que garante a consolidação do espírito crítico da sociedade. Este processo ocorre ao mesmo tempo em que se estrutura como um mercado capaz de fornecer insumos necessários, oferecendo base sólida à sociedade e proporcionando um crescimento cíclico em progressão geométrica, com a ampliação de sua base.
* trecho do livro O Poder da Cultura.

Sobre "Leonardo Brant " http://www.brant.com.br
Pesquisador de políticas culturais. Autor do livro "O Poder da Cultura" e diretor do webdocumentário Ctrl-V::VideoControl. mais

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Clube de Cultura de Porto Alegre comemora 60 anos de existência

            Referência por ser um dos principais incentivadores da cultura Porto Alegrense das décadas de 50, 60 e 70, o Clube de Cultura chega ao seu sexagésimo aniversário. Para comemorar a data, a instituição promove uma série de atividades e apresentações que começam a partir do dia 22 de maio. 
            Duas apresentações de teatro de bonecos abrem a programação no sábado (22) e domingo (23). As peças são “Bonecrônicas”, do grupo Anima Sonho com Ubiratan Carlos Gomes e Cacá Sena e “Plano de Vôo: Histórias de Santos Dumont”, com Tânia Castro e João Vasconcelos do grupo Camaleão. Os espetáculos acontecem as 16 e 18 horas. Com ingressos a R$ 10,00 e R$ 5,00.
            Durante a semana seguinte a programação segue com três palestras: “Kafka e Moacyr Scliar” (24/05) com o secretário municipal de cultura Sergius Gonzaga; “A Arte Contemporânea?” (26/05) com o artista plástico Danúbio Gonçalves; e “Arte e Resistência: Artistas Pró-Diretas” (31/05) com o professor e crítico de arte José Luiz Amaral Neto. Todas as palestras acontecem a partir das 19 horas com entrada de R$5,00.
            Também está previsto na programação dois grupos de debates, ambos com entrada franca. O primeiro grupo trará o tema, “Movimento Musical Gaúcho no Clube de Cultura” (25/05) e terá na mesa de debate César Dorfman, Gelson Oliveira, Nei Lisboa, Nelson Coelho de Castro e Raul Ellwanger.  Já o segundo grupo debaterá sobre “Teatro nos anos 60 do Clube de Cultura” (27/05) e contará com a participação de Aníbal Damasceno, Antônio Carlos Sena, Antônio Hohlfeldt, Dilmar Messias e Marcos Schames.
            Para completar as comemorações, acontece no dia 29/05 a festa de 60 anos do Clube de Cultura, com o Sarau Vinícius de Moraes, MPB ao vivo com Violeiro Só e os Mal Acompanhados com convites à R$15,00. Todas as atividades acontecem na sede do Clube localizada na Rua Ramiro Barcelos, 1853 no bairro Bom Fim.

Uma história invejável

            No início da década de 50, um grupo de quatorze ativistas político-culturais, todos judeus não sionistas, se reuniu com o objetivo comum de criar um espaço onde pudessem compartilhar suas ideologias, desenvolver atividades culturais e se inserir no contexto social de Porto Alegre. Desta união nasce, em 30 de maio de 1950, o Clube de Cultura, espaço que consagrou diversos nomes da música, cinema, teatro, artes plásticas e literatura gaúcha.
            Segundo o presidente e veterano do Clube de Cultura, Hans Baumann, figuras importantes de outros estados também realizaram palestras e exposições lá, a exemplo de Graciliano Ramos, Jorge Amado, Aparício Torelli (Barão de Itararé), Carlos Scliar, Danúbio Gonçalves e Vasco Prado. Nesta época o Clube também recebeu alguns espetáculos do CPC (Centro Popular de Cultura da UNE) que trouxe montagens de autores como Brecht e Sartre, promoveu show com a jovem cantora Elis Regina e abrigou o Clube de Cinema.
            Com o Golpe Militar de 1964, o Clube de Cultura que tinha uma tendência esquerdista, acabou esvaziando e perdeu quase todos seus mais de 300 sócios. Entretanto, soube driblar a censura e continuou com boa parte de suas atividades fazendo resistência. “Acredito que nessa época o clube virou o maior centro cultural do sul do país em resistência ao Golpe Militar”, afirma Baumann. 
            Depois da abertura política esperava-se o retorno da maioria dos sócios que tinham se afastado durante a ditadura, mas isso não aconteceu, ao contrário, o movimento na sede continuou diminuindo e desde então a instituição enfrenta dificuldades para se manter funcionando. Buscando reverter esta situação e reviver os anos dourados do Clube de Cultura, alguns antigos sócios elaboraram um projeto, coordenado pelo arquiteto César Dorfman, para reformar o teatro da sede.  De acordo com Dorfmam, que frequentou o Clube durante toda infância, a propostas vai além de uma reforma física, pretende também modernizar a “cara” do Clube. “A nossa intenção é reformar o auditório e resgatar a ideia do clube ser um ponto de encontro, de debate e de produção cultural, tanto para os antigos sócios como para as novas gerações”, reforçou. 


Luana Feldens

sexta-feira, 4 de junho de 2010

MANIFESTO PELA CULTURA VIVA

O manifesto

Nós, cidadãos brasileiros, reconhecendo que a cultura de um povo é capaz de determinar o seu destino, convocamos a todos que se preocupam com a cultura brasileira a apoiar este manifesto. Sabemos que sua produção artística, a diversidade de sua expressão simbólica, suas relações sociais e seu imaginário são capazes de fecundar utopias e ampliar as possibilidades de atuação política deste povo. Tudo isso amplia sua capacidade de intervir e transformar sua realidade social, contribuindo para a construção de um país mais justo, mais humano e mais feliz.
Nossa cultura, gestada e enraizada nas entranhas do Brasil, é pulsante, criativa e forte. Queremos garantir esta Cultura Viva! Queremos continuar a “desesconder” o Brasil, reconhecendo e reverenciando a cultura de um povo capaz de assumir sua história e construir no presente, o futuro desejado. Queremos garantir a expressão da pluralidade brasileira, esta revolução silenciosa que fazemos, trazendo os atores de baixo para cima, na construção de uma memória presente, através das novas possibilidades de difusão e acesso à cultura.
É preciso reconhecer nossa latente criatividade e afirmar que nós, atores sociais, produzimos cultura e, portanto, fazemos a nossa história. Nesse sentido, os Pontos de Cultura cumprem um importante papel no confronto aos padrões produtivos hegemônicos, intervindo na democratização dos meios de produção e acesso à cultura, valorizando as demandas produtivas de parcelas da população que anteriormente foram alijadas do acesso ao recurso público, não sendo reconhecidas em seus direitos e possibilidades históricas. Incentiva a preservação e promove a diversidade cultural brasileira, contemplando manifestações culturais de todo o país, reconhecendo a cultura em toda a sua complexidade, desde as que ocorrem nas grandes cidades, em favelas e periferias, às que se encontram em pequenos municípios, ou em aldeias indígenas, assentamentos rurais, comunidades quilombolas e universidades. Sempre preservando a autonomia, visando o exercício máximo da potência de cada sujeito envolvido e reconhecendo os Pontos como protagonistas da sua realidade.
Por isso, estamos propondo a criação de uma Lei que garanta os princípios desta Cultura Viva e a torne uma política de Estado. Queremos a Lei Cultura Viva!
Acreditamos que os Pontos de Cultura, ao incorporarem novos atores – que reconhecidamente despertam para um novo formato de execução e disseminação de sua produção cultural – criam possibilidades históricas que aproximam esses atores sociais da dinâmica do Estado. Isso porque são eles que iniciam todas as cadeias produtivas da cultura – onde o acesso às tecnologias produtivas, é condição essencial para a participação no processo de formulação de políticas públicas plurais e afirmativas. A lei Cultura Viva visa garantir uma produção cultural criativa, que se realize de baixo para cima, potencializando desejos e criando situações de encantamento social, por meio dos Pontos de Cultura.
Defendemos a inclusão da cultura no capítulo dos direitos sociais da constituição brasileira, a implantação do sistema nacional de cultura, a ampliação e democratização do financiamento público para a atividade cultural.
Reforçamos a campanha pela Lei Cultura Viva, garantindo de maneira democrática e participativa que o reconhecimento e o apoio aos Pontos de Cultura se transformem em uma política de Estado!
Cultura como direito de cidadania e dever do Estado!
Cidadania Cultural como direito de todos!
Vamos todos juntos, unidos, abraçar esta causa!


ASSINE O MANIFESTO EM http://www.culturaviva.org.br/index.php

segunda-feira, 8 de março de 2010

PÓS-GRADUAÇÃO: ENCENAÇÃO TEATRAL - FURB/FFM

Maiores informações: http://www.ffmblu.com.br/novo/cursos/ver_conteudo.asp?s=1&area=4&cod_curso=310

ÓI NÓIS AQUI TRAVEIS EM CURITIBA

Programa BR de Cultura traz
No dia 12 de março, sexta-feira, os pedestres que circularem pela Praça Rui Barbosa no final da tarde serão surpreendidos com o impactante espetáculo de rua “O Amargo Santo da Purificação – Uma Visão Alegórica e Barroca da Vida, Paixão e Morte do Revolucionário Carlos Marighella”, sobre a vida do revolucionário brasileiro Carlos Marighella (1911-1969). A Tribo de Atuadores Oi Nóis Aqui Traveiz é considerada um dos mais respeitados grupos
de pesquisa de teatro de rua do país, vindo à capital do Paraná desta vez com patrocínio da Petrobras, por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.

O nome forte do espetáculo não é menos marcante que a trajetória de Marighella, que foi protagonista na luta contra a ditadura do Estado Novo e Regime Militar. Na sequência de cenas, o público assiste momentos importantes de sua vida: sua origem da Bahia, juventude, poesia, ditadura do Estado Novo, resistência, prisão, democracia, constituinte, clandestinidade, ditadura militar, luta armada e morte em emboscada. É uma história de coragem e ousadia, perseverança e firmeza em todas as convicções. Marighella não abdicou ao direito de sonhar com um mundo livre de todas as opressões.

A dramaturgia, elaborada pela Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, parte dos poemas e escritos de Carlos Marighella, que, transformados em canções por Johann Alex de Souza, são o fio condutor da narrativa. Na sequência de quadros-cenas o público assiste momentos importantes desta trajetória e o
seu resgate histórico, buscando um retrato humano do Brasil no século XX.
Utilizando a plasticidade das máscaras e de elementos da cultura afro-brasileira, a encenação cria a fusão do ritual com o teatro-dança. Por meio de uma estética 'glauberiana' o Ói Nóis Aqui Traveiz traz para as ruas da cidade uma abordagem épica das aspirações de liberdade e justiça do povo brasileiro.

Em “O Amargo Santo da Purificação – Uma Visão Alegórica e Barroca da Vida, Paixão e Morte do Revolucionário Carlos Marighella” são 25 artistas, sendo 13 deles vindos de oficinas promovidas pelo grupo. O espetáculo da Tribo
estreou em setembro de 2008 no 15° Porto Alegre em Cena, e participou como homenageado do III Festcal em São Paulo. Em março e abril de 2010, o
espetáculo vai percorrer 12 cidades da região sul e sudeste, realizando também a palestra “Ói Nóis Aqui Traveiz – 30 anos: O Teatro de Rua no
Brasil” e o workshop “Teatro de Rua – Uma Vivência com a Tribo”.Todas as atividades serão gratuitas e abertas ao público interessado. Em Curitiba o Projeto tem o apoio cultural da Faculdade de Artes do Paraná (FAP), da Cia
Senhas de Teatro e da Fundação Cultural de Curitiba.

Para o Oi Nóis Aqui Traveiz o teatro é um instrumento de desvelamento e análise da realidade. Sua função é social: contribuir para o conhecimento dos homens e para o aprimoramento da sua condição. O grupo faz um teatro a
serviço da arte e da política, que não se enquadra nos padrões da ética e da
estética de mercado.

Workshop “Teatro de Rua – uma vivência da Tribo” - No dia 13, sábado, ocorre
o workshop gratuito de Teatro de Rua da Tribo, dirigidos a atores e interessados com 16 anos ou mais. São ofertadas 30 vagas para o encontro,
que terá duração de quatro horas e será coordenado por profissionais do grupo. A oficina investigará o movimento e a voz para a ampliação do corpo do ator e a ocupação do espaço urbano.

O Ói Nóis Aqui Traveiz acredita que a rua deve ser palco de um teatro que se assuma como constante repensar da sociedade. O cenário do espaço público exige do ator uma predisposição para lidar com todo tipo de imprevisto e um
gesto ampliado capaz de prender a atenção dos cidadãos que acorrem casualmente.

Palestra - No dia 11, quinta-feira, Paulo Flores e Tânia Farias farão também a palestra "Ói Nóis Aqui Traveiz - 32 anos: O Teatro de Rua no Brasil",abordando o Teatro de Rua como forma de democratizar o espaço cênico e a experiência da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz neste cenário.
Vinculado a bases populares ou partindo de experiências mais contemporâneas, o Teatro de Rua é uma das manifestações mais vivas e significativas das artes cênicas no Brasil de hoje.

SERVIÇO:

Teatro de rua

Espetáculo “O Amargo Santo da Purificação– uma visão alegórica e barroca da vida, paixão e morte do revolucionário Carlos Marighella”, do grupo gaúcho Oi Nóis Aqui Traveiz

Dia 12 de março, às 16h.

Local: Praça Rui Barbosa

Entrada franca.

WORKSHOP DE TEATRO DE RUA

Dia 13 de março, às 14 h.

Local: FAP – Faculdade de Artes do Paraná - Rua dos Funcionários, 1357 –
Cabral

Informações e inscrições abertas pelo telefone: 3250.7316

Gratuito

Vagas limitadas





PALESTRA

"Ói Nóis Aqui Traveiz - 32 anos: O Teatro de Rua no Brasil"

Dia 11 de março às 10 h.

Local: Cia Senhas - Rua São Francisco nº 35 – Centro

Gratuito



Sobre TRIBO DE ATUADORES ÓI NÓIS AQUI TRAVEIZ



A Tribo de Atuadores Oi Nóis Aqui Traveiz surgiu em 1978, com a proposta de renovação radical da linguagem cênica. Nesses 32 anos de trabalho, criou uma estética própria, calcada na pesquisa dramatúrgica, musical, plástica, no estudo da história e da cultura, na experimentação dos recursos teatrais a partir do trabalho autoral do ator. Com o ímpeto de levar o teatro para a
rua e a iniciativa de subverter a estrutura das salas de espetáculos, abriu novas perspectivas na tradicional performance cênica da capital gaúcha e,também, do Brasil.

A Tribo também desenvolve trabalhos artístico-pedagógicos junto à comunidade de Porto Alegre, que funciona como uma escola de teatro popular, que oferece diversas oficinas abertas e gratuitas para a população.

A Tribo organiza-se sobre o trabalho coletivo, tanto na produção das atividades teatrais como na manutenção do espaço.

FICHA TÉCNICA

Encenação Coletiva da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz

Dramaturgia criada coletivamente a partir dos Poemas de Carlos Marighella

Roteiro, sonoplastia, figurinos, máscaras, adereços e elementos cenográficos

Criação Coletiva

Músicas-----------------------------------------------------------------Joha
nn Alex de Souza

Atuadores:

Paulo Flores, Tânia Farias, Pedro Kinast De Camillis, Clélio Cardoso, Aline
Ferraz, Marta Haas, Edgar Alves, Roberto Corbo, Sandra Steil, Paula
Carvalho, Letícia Virtuoso, Eugênio Barboza, Anelise Vargas, Lucio Hallal,
Paula Lages, Déia Alencar, Raquel Zepka, Alex Pantera, Karina Sieben, Jorge
Gil, Caroline Vetori, Eduardo Cardoso, Renan Leandro, Alessandro Müller e
Jeferson Cabral.

Locução AI-5 e Descrição Clima Cena da
Morte---------------------------Nilson Asp

Voz das Lições de
Tortura-----------------------------------------------Giovana Carvalho

Criação da Cabeça de Getúlio Vargas-------------------------------Alessandro
Müller

Criação e execução dos Triciclos----------------------------Carlos Ergo
(Ergocentro)

Criação e Execução do Estandarte ‘Depor Podre Poder’ e colares
Iansã----Margarida Rache

Confecção
Figurinos----------------------------------------------------------Heloísa
Consul

Execução de Crochê das Cabeças Marighella-----------Maria das Dores Pedroso

Preparação dos Atores:

Capoeira-----------------------------------------------------------Ed Lannes
(Grupo Zimba)

Berimbau-----------------------------------------------------------Nelsinho (Grupo Zimba)

Saxofone--------------------------------------------------------------------
----Zé do Trumpete

Dança Afro-------------------------------------------Taila dos Santos Souza
(Odomodê)

Censura Livre Espetáculo adulto

Duração: 100min

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Dois workshops de verão profissional no Instituto International da Marionete


Dois workshops de verão profissional no Institut International de la Marionnette (verão 2010)  Charleville-Mézières, França


workshop Sobre o papel teatral do teatro de sombra
De 13 a 30 de julho de 2010
Workshop dirigido por Fabrizio Montecchi (Teatro Gioco Vita, Itália)
Fabrizio Montecchi , propõe uma redescoberta da sombra, o teatro de sombra, um fenômeno natural que é profundamente dramático, e uma arte imaterial com maravilhosas possibilidades expressivas e comunicativas ...
Mais: http://premiumorange.com/marionnette/pages_recherche/stage_Montecchi_fr.htm

Prazo para candidaturas: 30 de abril de 2010
Número de participantes: 16

Indicado para: marionetistas, atores, artistas (pintores, escultores ...), Encenador

Idiomas de trabalho: Inglês / Italiano

Taxas Workshop: 980 Euros

Mais informações: http://premiumorange.com/marionnette/pages_recherche/stage_Montecchi_uk.htm


O ator com o objeto


Indivíduos explorar o universo lúdico e poético nasce do encontro entre um ator e um manipulador de objeto


Workshop dirigido por Agnes Limbos (Estação Central de Empresas, Bélgica)

De 23 de Agosto para 8 de setembro de 2010
Número de participantes: 15

Indicado para: marionetistas, atores, dançarinos, cenógrafos, encenadores

Idiomas de trabalho: Inglês / Francês

Taxas Workshop: 980 Euros

Durante este curso, Agnes Limbos propõe uma exploração em profundidade, desta forma, o distinto singular do drama, onde o objeto é manipulado em plena vista da platéia eo ator está no centro do espaço ...

Mais informações: http://premiumorange.com/marionnette/pages_recherche/stage_Limbos_uk.htm


Prazo para candidaturas: 30 de abril de 2010

Detalhes e registro no arquivo / Mais informações e ficha de inscrição são: www.marionnette.com

 
Contato: @ marionnette.com for.institut
 
Instituto Internacional de Marionetas
Ecole Nationale Supérieure des Arts Puppet (ESNAM)
7 Place Winston Churchill
08000 Charleville-Mézières - FRANÇA
Tel. 00 33 (0) 3 24 33 72 50
Fax 00 33 (0) 3 24 33 72 69
www.marionnette.com